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9 de fevereiro de 2009

Opinião válida

Exmo. Senhor,
Embora tenha jogado um ténis muito modesto, a qualidade de pai tem-me permitido, nos últimos anos, tirar algumas ilações sobre o que está menos bem na formação de tenistas de competição no nosso país, não só por mim, naturalmente, mas também em conversa com os meus filhos, com amigos, outros pais e diversas pessoas ligadas ao ténis de muitas maneiras. Como não sou de me ficar pelas ideias e acho que são as acções que dão sentido a essas ideias, resolvi dirigir-me a várias pessoas e entidades com algum poder para apreciar o que pensei e, eventualmente, agir em conformidade, assim tal lhes pareça com cabimento. O primeiro destinatário será sempre a Federação Portuguesa de Ténis, mas nem só ela pode modificar algumas coisas. Muitos podem colaborar, quanto mais não seja divulgando o texto que escrevi e pondo-o a discussão. Assim sendo, sem mais pretensões do que as minhas capacidades me deixam ter mas com muita vontade de ajudar a comunidade tenística, passo a enunciar os aspectos que se me afiguram primordiais para que a modalidade tenha um bom futuro no nosso país.
1.Questão Económico-Social
Quem tenha o mínimo de contacto com o ténis sabe que não se pode recusar esta evidência: o ténis ainda é um desporto de elites, no sentido em que é demasiado caro. A selecção dos atletas que vão para a modalidade é feita sobretudo com base no background económico e numa certa tradição familiar, excluindo os pobres e até muitos "remediados", os que desconhecem os meandros da modalidade e todos os que não se enquadram num perfil redutor da prática do ténis. Naturalmente, enquanto tal subsistir, não é possível o ténis ter os resultados de modalidades que qualquer um com apetência, gosto e jeito pode seguir. Por vezes, no começo, o ténis até está ao alcance do bolso de um número razoável mas quando começa a ser necessário pagar mais aulas, ter mais material, fazer longas e dispendiosas deslocações para jogar… cai sobre os candidatos ao ténis de competição uma peneira que quase nada deixa passar. Acredito que a criação de um Centro Nacional de Treino, que concentre as verbas que têm andado dispersas em torno de bons e aplicados jogadores, possa ser um bom princípio de solução, segundo um sistema que recompensa com meios para a prática competitiva da modalidade os que já mostraram talento e não têm dinheiro. Por outro lado, não sou adverso a que a FPT e outras entidades estabeleçam limites máximos para o preço das aulas de ténis, tal como é normal em muitas profissões. Além disso, tem que haver um lobbie que force à mudança da legislação, dando incentivos aos patrocinadores e facilitando o estabelecimento de contratos de patrocínio, quer em material quer sobretudo em dinheiro.
2.Questão Territorial
Já disse que a criação de um Centro Nacional de Treino (no Jamor) pode ser um grande passo em frente em relação à situação actual. Porém, muito melhor seria criarem-se vários centros nacionais ou regionais de treino. Em termos de instalações, elas talvez até já existam. Temos a Maia, Lousada, Espinho e o Monte Aventino, para dar alguns exemplos a Norte. Existem instalações em Coimbra, Leiria e agora Caldas da Rainha, mais ao Centro. O Algarve conta com boas infra-estruturas em Vilamoura, Vale do Lobo, Faro, Portimão, etc. Só que para completar um verdadeiro quadro nacional, será igualmente necessário desenvolver o ténis nas Regiões Autónomas, no Alentejo, em todo o Interior do país, em Trás-os-Montes e onde quer que haja potenciais tenistas. Se calhar, o primeiro passo será a substituição de uma série de Associações Regionais que não estão a funcionar, por outro tipo de orgânica e empenho. É necessário fazer contratos-programa com Autarquias, para que deixem de existir campos de ténis por esse país fora abandonados por ninguém os usar. Em Porto Santo, Rio Maior, Ourique, Condeixa, Ermesinde, Alcanena, Fundão, Régua, e muitos outros casos, há campos, não há é utilização sistemática desses campos e, quanto a mim, só quando todo o território nacional possibilitar a prática do ténis a um máximo de 20 ou 30 kms da área de residência é que Portugal poderá ter um ténis verdadeiramente muito evoluído.
3. Questão das Infra-Estruturas
O que fica dito não excluí a necessidade da construção de muito mais infra-estruturas, especialmente cobertas e com um número de campos que cubra todas as potenciais necessidades, bem como instalações de apoio ao nível médico, da preparação física, repouso, restauração, etc. Muitas Autarquias estão dispostas a avançar com bons projectos, sobretudo nas localidades onde há menos alternativas para os jovens, só que têm que ser contactadas.
4. Questão Técnica
Nos últimos anos, tem sido notável o esforço da FPT e dos próprios treinadores de ténis para credibilizar esta profissão. A exigência do curso de treinador para desempenhar diversas funções é disso bom exemplo. Simplesmente, ainda não chega. Não é em dois ou quatro dias que se deve tirar um curso de treinador. É necessária mais qualificação. O empirismo tem o seu lugar e um grande valor, a experiência não pode ser substituída por nada, mas tem que haver um maior complemento ao nível da formação e talvez mesmo académico. Conferências, congressos, estágios, livros e Internet podem ser bons suportes do processo de capacitação. Acrescentaria, que o que vale para os treinadores terá também que valer para outras profissões: preparadores físicos, fisioterapeutas, massagistas, enfermeiros, psicólogos, gestores desportivos, técnicos de marketing, relações públicas, etc.
5. Questão Promocional
Não basta que existam campos e professores. É necessário que essas aulas de ténis sejam publicitadas, o que só vejo fazer em cerca de metade dos clubes. Acresce que essa publicidade tem que ser tanto atractiva como verdadeira, realçando a existência de uma actividade e salientando os seus pontos fortes, mas também apresentando preços (que se esperam aceitáveis), as qualificações dos professores e tudo o mais que seja relevante. Se se juntar a este tipo de prática uma campanha nacional de promoção/divulgação do ténis onde ele pode ser efectivamente promovido e divulgado, nos principais media, estaremos ainda melhor. Ficará a faltar somente a existência de programas de ténis escolar verdadeiramente disseminados e abrangendo algumas práticas em diversos anos lectivos.
6. Questão Escolar
Os tenistas formam-se em idade escolar e no nosso país os horários escolares são extremamente sobrecarregados. Que fazer? Para já, tem que se propor aos legisladores a autorização de modelos de ensino alternativos, na linha do que se faz lá fora: estudo à distância pela Internet e estudo domiciliário, por exemplo. Fora disto, ainda se pode mostrar aos legisladores a utilidade que pode ter antecipar a idade a partir da qual se pode estudar à noite. Tudo isto falhando, restam acordos caso a caso com escolas para tentar proporcionar aos jovens desportistas de competição horários compatíveis com a sua condição.
7. Questão Funcional
O ténis português é, como será fácil constatar, um meio muito pequeno, o que tem justificado diversas acumulações de funções. Há treinadores que são simultaneamente dirigentes e outros que são treinadores e vendedores de material desportivo. Há dirigentes de clube que também são dirigentes de associações regionais. Temos árbitros que são simultaneamente jogadores, dirigentes ou treinadores. Promotores de eventos são jogadores. Familiares de jogadores arbitram. Isto não faz sentido nenhum. Basta pensar que não se verifica em mais nenhuma modalidade de que eu tenha conhecimento. Quando as pessoas das outras modalidades sabem disto, riem-se de nós.
8. Questão Organizativa
Esta questão é transversal em tudo e é também transversal a todo o ténis português. As estruturas federativas e associativas têm que estar mais perto de jogadores, treinadores, árbitros e demais agentes desportivos. Ultimamente, tem havido uma clara aproximação dos trabalhos dos vários seleccionadores nacionais e este é um ponto em que se tem que insistir para não criar descontinuidades. O PNDT tem também sido um bom princípio, mas tem que se prolongar o acompanhamento que aí é feito nos escalões etários superiores. Juntamente, há várias arestas a polir que, cada uma por si não significa muito, sendo porém passos no sentido de uma melhora: os rankings deviam sair em datas certas, o calendário federativo devia sair logo com todos os dados relevantes para cada torneio (local, por exemplo), faz falta existirem mais relatórios do que se passa a nível regional na FPT, o site da FPT passou a ser demasiado complicado para os utilizadores, entre outros exemplos.
9. Questão Normativa
Nos últimos anos, quanto a mim sem significativos benefícios, acertando nalguns aspectos mas também falhando noutros, os regulamentos federativos têm-se sucedido a uma velocidade vertiginosa, deixando-nos a todos uma sensação de incerteza sobre as disposições que ainda são válidas e transformando o conhecimento das normas, outrora bem simples, numa tarefa só ao alcance de meia dúzia de pessoas profundamente familiarizadas com elas. Questão MentalA História dá-nos alguns bons exemplos que devíamos tentar seguir. A grande ascensão do ténis australiano, sueco, espanhol, argentino ou russo teve um denominador comum: o espírito de unidade. Muitos podemos testemunhar a amizade que se sente entre os vários tenistas espanhóis, juntos em centros e programas de treino desde muito jovens. O Nadal talvez não tivesse chegado a nº 1 ATP se não fosse a experiência que lhe transmitiu o amigo Móya, ele próprio ex-número 1 mundial. Sampras sempre realçou o companheirismo entre ele e Courier no trajecto de ambos até ao topo da modalidade. Steffi Graf evoluiu treinando com Boris Becker e, porque não, Becker evoluiu treinando com Graf. Em Portugal, o que se vê é cada um a puxar para o seu lado. É triste e tem consequências muito negativas, todavia talvez resida aqui o aspecto mais difícil de mudar. Aliás, em regra as mentalidades são o mais difícil de mudar.
10. Questão Familiar
O ténis nacional popularizou a expressão "paitrocínio", símbolo do isolamento das famílias dos tenistas, jovens e menos jovens. É evidente que têm que se angariar verdadeiros patrocínios e até já falei disso acima. Contudo, muitas vezes o que mais falta às famílias é até o diálogo com outros agentes desportivos, palavras de apoio e compreensão. Não pode continuar a acontecer, como amiúde se vê, os treinadores dos filhos considerarem automaticamente os pais uma espécie de inimigo que se quer afastar, um estorvo, um inconveniente. Pelo contrário, as famílias têm que ser encaradas como aquilo que normalmente são: mais-valias. Claro que há pais, sobretudo nos primeiros anos de formação dos filhos, altamente inconvenientes, o que não significa que a regra seja esta.
11. Questão de Escolha
Os pais, a família e os amigos devem igualmente apoiar os tenistas, sobretudo os mais jovens, na tomada de opções que todo o percurso exige. Quanto a mim, é útil que, cada vez mais, se diga não à falta de qualidade e se afastem as propostas tenísticas que não interessam. Se o treinador não está motivado nem ajuda a motivar, se se transformou num mero vendedor de raquetes aos seus jogadores, se abomina acompanhar os atletas a torneios, não serve e há que lhe dizer isso. Se o clube pratica preços excessivos para os serviços que fornece, há que protestar. Só falando as coisas, com seriedade, se poderá melhorar. Obviamente, fora dos grandes centros urbanos não há muita escolha entre clubes ou treinadores.
Com os melhores cumprimentos desportivos,
Miguel Santos(Lisboa)

23 de janeiro de 2009

Optus Nottinghill International, 2009, ITF Junior, G1

Em jeito de preparação para a sua histórica participação no Open da Austrália em Juniores, Miguel Almeida esteve esta semana no Optus Nottinghil, um conceituado e tradicional G1 que se disputa sempre em vésperas do AO.
E para quem está do outro lado do mundo e com as contrariedades sempre adjacentes a dormir de dia e a jogar de noite, dada a diferença horária, o Miguel arrancou uma série de bons resultados que demonstram claramente que é o melhor sub-18 nacional em actividade.
Assim, na 1ª ronda, venceu o checo Pavel Liska por duplo 6/3, na 2ª o holandês David Pel, por 7/6 e 6/2 para perder na 3ª ronda com o finlandês Henri Laaksonen por 6/2, 2/6 e 6/7.
Com esta série de resultados é de esperar um brilhante torneio de Miguel Almeida no Open da Australia, de quem se espera e muito, neste seu ano de confirmação como um dos melhores sub-18 do continente europeu.

Dubai ITF Junior Championships, Sub-18, G5

Francisco Ramos não teve sorte alguma na sua estreia neste longínquo torneio de sub-18 no Dubai, apanhando logo com o 4º CS, o sul africano Hernus Pieters, que bateu o português por 1/6 e 2/6.
O Francisco, um dos alunos de Nuno Marques, vai por certo encarar esta derrota como uma experiência enriquecedora para o futuro e estou certo que o veremos rapidamente a vencer jogos, demonstrando cabalmente todas as suas reconhecidas capacidades.

Aegon Teen Tennis, ETA sub-14

No torneio feminino, presença de Joana Valle Costa, que saiu derrotada na 1ª ronda pelos parciais apertados de 5/7 e 6/7, frente à inglesa Grace Dixon.
Foi a primeira das muitas presenças internacionais desta nossa jovem campeã, uma das mais promissoras tenistas portuguesas da actualidade.

Aegon Teen Tennis, ETA sub-14

Gonçalo Loureiro e Frederico Silva, os tenistas lusos presentes neste importante torneio de sub-14, que se realiza em Bolton, na Inglaterra.
O Gonçalo foi eliminado na 1ª ronda pelo belga Michael Geerts, pelos parciais de 2/6 e 4/6, enquanto Frederico encontrou e venceu na sua ronda inicial o holandês Jeile Sels, pelos parciais de 7/6 e 6/2.
Na 2ª ronda, o jovem português defrontou o 3º CS, o bem conhecido Luke Bambridge e colocou os organizadores do torneio em estado de choque, tendo batido a esperança inglesa por concludentes 6/4 e 6/1.
Outro CS , neste caso o 14º, no caminho de Frederico Silva, na 3ª ronda, Anton Pavlov da Estónia e a receita foi igual, 6/1 e 6/4.
A brilhante prestação do luso só foi interrompida nos quartos de final, frente a um norte-americano, Luca Corinteli, que derrotou Frederico por 4/6 e 4/6.
Ainda assim, um grande torneio para o Frederico que começa bem e de que maneira o ano de 2009, que será, por certo, o ano da sua confirmação.

15 de janeiro de 2009

Bom Ano a todos

Espero que me perdoeem o facto de não ter actualizado, como prometido, o blog no passado sábado mas de facto, só hoje consegui resolver algumas questões e portanto, ainda hoje irei passar por aqui e rever os velhos e novos amigos.
Até Já...

9 de janeiro de 2009

24 de dezembro de 2008

Feliz Natal

Desejamos a toda a familia do ténis português um Santo Natal e um Próspero Ano de 2009.

19 de dezembro de 2008

Estoril Open 2009

É uma raridade, mas a 20ª edição do Estoril Open contará com a presença de um dos melhores tenistas norte-americanos dos últimos anos.
James Blake foi um dos três nomes de topo anunciados por João Lagos para o maior torneio de ténis em Portugal.
Para além do nova-iorquino, também David Nalbandian e Nikolay Davydenko foram dados como certos, no Jamor, em Maio de 2009.
Apesar de ser o russo Nikolay Davydenko que detém a melhor classificação entre os três - é 5º do ATP, Blake está na 10ª posição e Nalbandian em 11º -, é no norte-americano que a organização foca mais as atenções, tudo devido ao seu carisma, história de vida e, mesmo, por ser um dos raros tenistas de topo oriundo dos Estados Unidos da América que inclui a prova portuguesa no seu calendário, consequência da aversão à terra batida dos norte-americanos.
João Lagos confessou mesmo que «James Blake é um dos jogadores que mais aprecio – não só pela espectacularidade do seu ténis, mas também pela forte personalidade o caracteriza», acrescentando que «é um tenista fisicamente impressionante e com um tremendo golpe de direita, mas é sobretudo um campeão muito respeitado pelos seus pares e que transporta consigo uma notável história de vida, tendo ultrapassado as maiores adversidades para se tornar num dos tenistas preferidos do grande público».
Qualquer um dos três tenistas anunciados já esteve no top-5 do ranking mundial e continuam a pertencer ao leque das maiores estrelas do circuito.
O argentino David Nalbandian e o russo Nikolay Davydenko já conhecem bem os cantos do Jamor, ambos já conquistaram mesmo o torneio. O primeiro por duas vezes (2002 e 2006), o segundo por uma vez (2003, perdeu as finais de 2006 e 2008).Em 2009, não haverá Federer e o torneio passará por uma fase de adaptação ao seu novo estatuto, ATP 250 (o mais baixo da primeira divisão do circuito mundial), no ano em que o circuito apresenta novidades.
Apesar desta nuance, o nível parece estar mais que garantido. Sem Jogos Olímpicos, o torneio regressa a Maio (3 a 10) e apresenta um prize-money de 450 mil euros (cerca de 600 mil dólares).
In: Lusotenis

47th OrangeBowl - USA

Patricia Martins perdeu na 2ª ronda do OrangeBowl de sub-14, frente a Saska Gravilovska, pelos parciais de 3/6 e 4/6.
Sofia Araujo já tinha sido eliminada na 2ª ronda da qualificação e Djessica Bezerra na 1ª.
João Barra, em masculinos, perdeu na 1ª ronda , frente a Alp Horoz, por 6/4, 2/6 e 6/7.
Em sub-12, João Cunha perdeu na 1ª ronda do QP, frente a Eduardo Nava, por duplo 0/6 e perdeu igualmente na 1ª ronda do torneio de consolação, frente a Alexandru Pavel, por 2/6 e 2/6.
Maria Silva perdeu na 1ª ronda do QP por 5/7 e 1/6 mas venceu a sua 1ª ronda de consolação, frente a Karina Vyrlan por 6/4 e 6/2.

ITF $ 15.000 R. Checa ATP

Leonardo Tavares (595.º ATP) carimbou a passagem aos quartos de final da prova da categoria Future, na República Checa. O português defrontou e eliminou nos oitavos de final o checo Jiri Kosler (683.º ATP) em dois sets com os parciais de 6/1 e 3/1 por desistência.
Leo tem pela frente na disputa por uma presença nas meias-finais, o irlandês James Mcgee (616.º ATP).
Esta prova da Federação Internacional de Ténis, é pontuável para o ranking ATP Tour, com 15 mil dólares em prémios monetários e decorre até dia 21, domingo próximo.
In: FPT

18 de dezembro de 2008

Tim Essone, Sub-14 França

Portugal está representado no torneio Tim Essone Sub 14, a decorrer de 15 a 21 de Dezembro, em França, por três jovens atletas.
A prova Tim Essone, a ter lugar em Ste Geneviève de Bois, França, conta com a presença dos seguintes jovens lusos: Frederico Silva (CT Caldas Rainha); Gonçalo Loureiro (CIF) e Joana Valle Costa (CET Oeiras)
Os três atletas vão ser capitaneados por Pedro Felner num torneio que terá o seu término no próximo domingo, dia 21 de Dezembro.
In: FPT

17 de dezembro de 2008

Casely nº9, USA, Sub-18

A Patrícia Martins conquistou ontem mais um Título Internacional nesta campanha USA 2008, a somar ao conquistado à 2 dias nos Pares da Prince Cup.
Ontem venceu o Torneio Casely na Categoria de Sub 18.
Os Torneios Casely são Torneios de 2 dias cada um e servem de preparação para o Orange Bowl, ou como final de digressão para aqueles que já o disputaram.
No Torneio , o nº 9 desde o princípio do mês de Dezembro, a Patrícia venceu ontem da parte da manhã Riko Sawayanagi (Japão) por 6/3 6/0 e da parte da tarde Alexandra Alvarez (Equador) por 6/0 6/4.
Ontem de manhã, nas 1/2 Finais, venceu a brasileira Iasmin Rosa por 6/2 6/1 e de tarde, na Final a venezuelana Clementina Riobueno por 6/1 6/1.
Esperemos que esta vitória contribua para lhe aumentar a confiança para os encontros do Orange Bowl, que começa já esta quarta-feira, dia 17 Dez. em que parte como Cabeça de Série nº 8 e em que defronta na 1ª ronda a americana Courtney Colton.

16 de dezembro de 2008

Portugal-Andaluzia , Sub-16, Sevilha

Las selecciones masculina y femenina de Andalucía de categoría sub 15 se impusieron con claridad a las respectivas de Portugal en el enfrentamiento que tuvo lugar el pasado fin de semana en el Centro de Tecnificación Blas Infante de Sevilla, dentro del programa de actos que conmemoran el 75 aniversario de la Federación Andaluza de Tenis. A pesar de la lluvia, se pudo observar un más que interesante duelo en el que nuestros chicos se apuntaron la victoria en todos los partidos, ocho individuales y un dobles.

La competición, organizada por la Federación Andaluza con la colaboración de la consejería de Turismo, Comercio y Deporte de la Junta de Andalucía y de la Oficina de Promoción Externa del Ayuntamiento de Sevilla, demostró el gran nivel de este grupo de jugadores andaluces de categoría cadete que ya han cosechado importantes éxitos a nivel nacional, como el doble título de Campeones de España 2007 en categoría infantil por equipos. El granadino Roberto Carballés, número dos del equipo andaluz, abrió el enfrentamiento venciendo con mucha claridad al primero de los portugueses, Francisco Ramos, al que no concedió un solo juego (6-0, 6-0). En paralelo, el gaditano Ricardo Ojeda, número uno de los anfitriones, superaba al número dos luso, Vasco Mensurado, por 6-4 y 6-2.

Mientras, en la competición femenina, la sevillana Karem Gómez, número dos del equipo y campeona de Andalucía absoluta, se imponía en un duelo equilibrado a la número uno portuguesa, Bárbara Luz, por 2-6, 7-6 y 6-2; la granadina Pilar Domínguez superaba a la segunda jugadora portuguesa, Rita Vilasa, por un doble 6-2. La lluvia impidió la celebración del dobles femenino, mientras que en el enfrentamiento de los chicos Ricardo Ojeda y Roberto Carballés vencieron por 6-1 y 6-0.

En la segunda jornada de individuales, Roberto Carballés vencía al dos luso por 6-3, 6-2; Ricky Ojeda hacía lo propio ante el uno portugués por 6-2, 7-5; también hubo doble victoria en las chicas: Pilar se imponía por 4-3 y abandono y Karem por 6-3, 6-2.

Por Andalucía ejercieron de capitanes los técnicos Fulgencio Tello e Ismael Guillén, y por Portugal Víctor Ferreira y Pedro Ferreiro.
In: Federacion Andaluza de Tenis

Assembleia Geral da FPT

Realizou-se no passado sábado, 13 de Dezembro, pelas 14h30, no Auditório do Complexo de Piscinas do Jamor, uma sessão ordinária da Assembleia Geral da Federação Portuguesa de Ténis (FPT).
Da ordem de trabalhos constaram os seguintes pontos:
1 – Apresentação, discussão e votação do Plano de Actividades e do Orçamento para 2009.
2 – Apresentação, discussão e votação de alterações ao Regulamento Geral de Provas
3 – Eleição intercalar do Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Ténis.
O primeiro ponto da ordem de trabalhos resultou na aprovação do Plano de Actividades e do Orçamento para 2009 por maioria, apenas com uma abstenção, por parte da Associação de Arbitragem.
Quanto ao Regulamento Geral de Provas, a apresentação, discussão e votação, traduziu-se numa aceitação por unanimidade.
Por fim, como último ponto da ordem de trabalhos, a lista formada por Luís Flores Marques, Miguel Bento Monteiro e Daniel Flores Marques foi eleita para o Conselho de Arbitragem da FPT (98 votos a favor; a lista concorrente teve 89 votos; 83 abstenções).
In: FPT

Estágio da Selecção Nacional de Sub-12


No dia 18 de Dezembro decorre no Pestana T.A., o Estágio da Selecção Nacionais Sub 12.
Estão convocados(as) os(as) seguintes atletas:
Masculino:
António Sabugueiro (Sintra)
André Nunes (CT Qtª Marinha)
António Maria Dória (SC Alberto Sousa)
Francisco Caldas (CT Braga)
Gonçalo Manuel Silva (ATJ Stewart)
João Carvalho (CAD)
Pedro Barosa (GC Português)
Rafael Marques (AA Coimbra)
Salvador Almeida (CN Ginástica)
Tiago Lourenço (SC Alberto Sousa)
Tiago Cação (CT Caldas Rainha)
Bernardo Oliveira (Estrela VS)
‘Capitão’: José Mário Silva
Feminino:
Sofia Sualehé (CET Oeiras)
Beatriz Bento (Ace Team)
Rita Barros (LTC Foz)
Inês Mesquita (CT Torres Vedras)
Mariana Rocha (Ace Team)
Laura Pereira (CT Coimbra)
Sofia Mendes (CT Montijo)
Joana Brites (Clube VII)
Inês Murta (CTVRS António)
Mafalda Fernandes (CT Porto)
Sara Lourenço (CTP Brandão)
Marta Tavares (AT Ricardo Cayolla)
‘Capitão’: António Moreira
A concentração masculina é às 8h30 minutos da manhã e a feminina é às 10h30 minutos no Pestana T.A.

ITF $ 15.000 R. Checa ATP

Naquele que deverá ser o último torneio de Leonardo Tavares em 2008, em Opava, na R. Checa, cabe-lhe defrontar na 1ª ronda o 5º CS, Adam Vejmelka, adversário dificil e que contará com o apoio do público local.

ITF $ 75.000 Dubai WTA

Magali De Lattre jogou o quadro principal deste $ 75.000 do Dubai, beneficiando de um WC, devido à sua vitória no torneio de $ 10.000 que decorreu semanas atrás.
Na 1ª ronda defrontou e perdeu frente a Kristina Kucova da Eslováquia por 2/6 e 6/7.

6ª Taça Sport Club do Porto, Sub-10 e sub-14

Realizou-se no fim-de-semana de 6, 7 e 8 Dezembro a 6ª Taça Sport Club do Porto, de Nível C nos escalões de Sub-10 e Sub-14, nos courts do Sport Club do Porto.
Tivemos a participação de cerca 47 crianças de vários clubes da região. O convívio entre todos foi excelente.
Foi entregue a todos os participantes uma t-shirt Sportzone e bebidas da marca Powerade, que apoiaram a prova e foram distribuídos aos vencedores e finalistas troféus.
Nos mais velhos Artur Araujo(A.N.A.G) venceu Manuel Almeida (E.T.E) na final por 6-2 6-1, enquanto na final de Sub 10 José Meireles (C.T.Guimarães) venceu Tiago Barbosa S.C.P por 4-5(7) 5-3 4-2.

12 de dezembro de 2008

Torneio Ponta Delgada Jovem, Sub-14

O Torneio “Ponta Delgada Jovem”, reservado ao escalão de sub-14, inicia-se hoje (sexta-feira) nas instalações do Complexo Desportivo do Clube de Ténis de São Miguel.
Com cerca de duas dezenas de tenistas inscritos, a prova, que tem como cabeças-de-cartaz os micaelenses Martim Sousa e Miguel Botelho, principais favoritos à vitória, contará ainda com a participação de Rui Almeida (Clube de Ténis do Montijo) e João Costa (Clube de Ténis de Sassoeiros), dois atletas continentais que se deslocam aos Açores na tentativa de ganhar mais alguns pontos para o ranking nacional da categoria.
No sector feminino, a búlgara Nádia Belinska é a grande favorita à vitória final.
Os jogos têm início hoje, estando as finais agendadas para o próximo Domingo. Os resultados podem ser acompanhados diariamente no site do Clube de Ténis de São Miguel.